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Velha Infância

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Visitar a cidade que você morou na infância depois de velho e já com filho é muito interessante, o quer o mínimo a dizer… Porque a velha cidade ficou e você cresceu e parece tudo diferente.

Teresópolis essa é a cidade em questão. Vivi nela entre 1981 e 1989, dos 3 aos quase 9. Eu era pequena, magrinha e saltitante. A cidade era grande, conhecida e meu lar. Me sentia a dona da cidade, minha mãe tinha um restaurante e os garçons e cozinheiras eram minhas babás. Me lembro que um dos garçons do segundo restaurante me ensinou a andar de bicicleta sem rodinhas na frente da igreja de Santa Teresa na praça em um dia apenas…bons tempos.

Como passeio de fim de semana o maridão deu a ideia de passear no Parque da Serra dos Órgãos e para isso pegar a estrada para Terê. Oba, como sabem dirigir é comigo mesmo. Saímos cedo para aproveitar o dia e ainda sim dormir em casa, pegamos engarrafamento, mas por uma causa justa, estão melhorando a estrada. Chegamos e iniciamos o passeio dando uma volta pela cidade para mostra a minha filhote como era a cidade em que eu cresci.

A 10 anos atrás estive na cidade, mas em 10 anos e uma enxurrada depois a cidade muda, mas mudou pouco… Cresceu para os lados, para as encostas e para pior. Infelizmente…

A minha primeira escolinha, O Castelinho fechou, mas a casa continua lá, sem as árvores de castanha portuguesa na frente e abandonado.

O prédio que meus avós moravam com sua varanda de grades de tábuas brancas e inseguras continua lá, do mesmo jeitinho inseguro.

O restaurante que já foi do meu ex-provavelmentefinado-padrasto ainda mantém o mesmo nome – Piccola Torino, parecia bem.

O que eu chamo de segundo restaurante, que ficava rua na praça da igreja de Santa Teresa ao lado da loja de chocolate do Mickey não existe mais, nenhum dos dois, o restaurante nem os chocolates.

Do terceiro restaurante o Don Vitor, em cima da minha ex-casa, resta a placa e a casa, na rua Primeiro de Agosto… E o colégio CEM mudou e deu lugar no enorme prédio a outro colégio.

Depois do tour, almoço e compras na feira do Alto e entrada no Parque para uma caminhada na trilha suspensa.

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A cidade em si está bastante feia, cresceu desordenadamente e sem grande planejamento. Os bairros antigos estão sucumbindo a prédio e construções modernas e desajeitadas para a cidade de estilo colonial, e ainda luta para se recuperar das chuvas e da corrupção do prefeito com o dinheiro para recuperação da cidade.

Mas Teresópolis ainda sim guarda uma série de recordações estranhas da minha infância, do tempo em que eu ainda não entendia que ela nem sempre foi tão feliz como eu gosto de lembrar.

Warp Drive

Na U.S.S. Marea Sw atingimos warp 6 na área conhecida como ponte Rio-Niterói, para chegar em casa mais rápido do que a luz. Com uma certa ajuda do fotógrafo/engenheiro chefe Gop.

Se essa rua, se essa rua

Fosse a minha… nossa, primeiro eu moraria muito bem e segundo viveria atrasada por andar devagarinho olhando com cuidado para os pequenos detalhes das plantas e dos passarinhos locais… como essa é a rua do meu trabalho, tento chegar 20 minutos para não atrasar.

Cara de sono?

Já se foram os dias em que a gente precisava de um espelho para saber se estava com cara de sono, inchada ou com olheiras… com toda a tecnologia avançando na velocidade da luz, o que eu preciso mesmo é o celular na cabeceira e uma foto pela manhã.

Carnaval – publicação extra!

Blocos na rua, congestionamento para quem resolveu se aventurar em coisas não carnavalescas… na volta do cinema, a principal rua de Botafogo esta parada para os blocos… máximo de curtição? Deixar a filhote tirar fotos dos foliões.

Pessoal simpático que se deixou fotografar – obrigada pela diversão.

Um ano de terapia

Sei não, mas acho que no final das contas eu não postei os 365 dias que havia prometido… mas vamos fazer de conta que os que faltam… deixe-me ver 92 posts que faltam foram as férias e a licença saúde que o terapeuta pediu… afinal para cuidar tanta bobeira o cara também merece descanso e tratamento.

Mas estamos fazendo um ano de terapia, juntos, separados, de casais, infantil, material e mental… e me sinto feliz… na minha última segunda-feira de férias, sem marido nem criança em casa a 5 dias, mas do que nunca precisando escrever… parabéns pra gente.

Venha Comemorar !

Aula ao ar do Zoo

Foi para isso que me fiz professora, para dar aulas ao ar livre, com temas específicos – interessantes, quase úteis… Nada melhor que uma aula no zoológico ou no Jardim Botânico… esse ano foi no Zoo.

Planos para o fim de semana

  • mercado de guloseimas
  • provas bimestrais
  • brincar com a criança
  • levar os cachorros para passear
  • não morrer de tédio
  • ir a praia?
  • inventar coisas relaxantes e divertidas para matar o tempo

Mas no final de tudo, a sexta feira foi mortinha mortinha… mais legal feito hoje? Tirar foto de dentro do carro da rua cheia de árvores.

árvores urbanas

Ampliando os horizontes

Não viajamos não… apenas fomos conhecer a nova casa da minha cunhada, meio longe, mas ainda sim perto… melhor assim, já estava morrendo de saudades do meu sobrinho e pelo que ele me disse num baita abraço, a reciproca é verdadeira…

Bem o que falar da nova morada da Eu queria ser Budista? ?

Fica num lugar bacana, tem uma infraestrutura muito boa e parece que o meu maridão pensa em se mudar pra lá.

Ah, e ainda tem ares rural… a foto foi tirada da varanda.

detalhe da carroça

detalhe da carroça

Que comecem os trabalhos

Vamos, a semana começou de verdade, agora é trabalhar e trabalhar e trabalhar mais um pouquinho.

Terça e quinta (dia que não trabalho) terei que substituir um colega que foi a um congresso, por isso a semana está cheia e eu vou penar.

Vamos lá. Foto tirada sem a percepção dos alunos.

trabalhando